A máxima lucratividade ao final das safras de grandes culturas, como soja, milho e algodão, começa muito antes do plantio.

Lucratividade da safra

tubos de ensaios com sementes brotando dentro
tubos de ensaios com sementes brotando dentro

A manutenção da qualidade da semente durante o período de armazenamento é uma pratica que deve receber muito cuidado dentro do processo produtivo de qualquer cultura, visto que o sucesso de uma lavoura depende, principalmente, da utilização de sementes com alto padrão de qualidade.

Manter o alto padrão de qualidade das sementes durante o período de armazenamento, enquanto se aguarda o período de plantio, é um aspecto técnico de extrema importância dentro do processo produtivo de qualquer cultura.

Existem dois motivos extremamente importantes para a afirmação anterior:

1º Sementes, em geral, somam cerca de 75% do custo variável de produção, que representa todo o desembolso realizado com insumos, operações agrícolas e custos administrativos em um ciclo produtivo (EMBRAPA, 2020).

2º A produtividade de determinada área é diretamente afetada pelo número de plantas nesta área e pela forma como se deu o desenvolvimento destas plantas. Um dos principais fatores que diminuem estes indicadores é a perda da qualidade da semente durante seu armazenamento

O laboratório da Solum é credenciado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Somos especialistas na realização de testes de alta precisão para determinar a qualidade agronômica de sementes de soja ou algodão, garantindo o acerto neste item que representa maior investimento de cada nova safra.

Vamos explicar detalhadamente os dois motivos para a grande importância de se manter o alto padrão de qualidade das sementes apresentados acima, apresentar os aspectos agronômicos afetados pelas condições de armazenamento, os testes realizados e o que cada um deles pode indicar sobre o potencial das sementes a serem utilizadas no campo.

Logo após a colheita as sementes começam a se degradar e nada pode parar isso

Deterioração das sementes

A produção agrícola do mundo depende fundamentalmente das sementes, logo, a manutenção de sua viabilidade durante o seu armazenamento é de particular importância.

A deterioração das sementes é um processo irreversível e seu progresso é variável entre as espécies e entre lotes de sementes da mesma espécie.

A diminuição do potencial agrícola se manifesta principalmente em termos de perda de vigor, aumento de plântulas anormais e redução de percentual germinativo.

A velocidade deste processo de deterioração é afetada em função da longevidade, inerente a cada material genético, da qualidade inicial das sementes e das condições do ambiente. Como a longevidade, que é uma característica genética, não pode ser manipulada no armazenamento, somente os indicadores de qualidade inicial das sementes e as condições do ambiente de armazenamento podem ser manipuladas.

Esta diminuição da qualidade das sementes está relacionada às alterações bioquímicas que progridem comprometendo suas atividades metabólicas normais. Podemos destacar alterações como: mudanças na atividade respiratória e enzimática, nos processos de síntese, nos compostos de reserva, nas membranas celulares e nos cromossomos.

O uso de sementes de alta qualidade inicial, como insumo indispensável à implantação de uma lavoura, tecnicamente conduzida, é fator essencial aos cotonicultores e sojicultores tendo em vista aos problemas enfrentados em campo, já que os fatores que causam estresse nas culturas são incontáveis.

O armazenamento de sementes assume papel importante na preservação dessa qualidade, e quando bem conduzido minimiza tanto o processo deteriorativo quanto o descarte de lotes.

Lotes de sementes com alto vigor tornam-se, portanto o alicerce de uma ótima produtividade e devem estar na lista de prioridades do empresário agrícola, pois asseguram maiores velocidade e porcentagem de germinação e influenciam no estande, que representa o número de plantas em uma área e no arranjo espacial das culturas.

Entre os diversos serviços de analises que a Solum oferece, conte com nossa estrutura especializada na determinação da qualidade das sementes que você irá utilizar. Realizamos os principais testes recomendados para agricultura de alto desempenho, garantindo o melhor material para o retorno econômico máximo do investimento na produção!

laboratorista manipulando semente em laboratório

Fatores que afetam a conservação da qualidade de sementes

Proteger a qualidade das sementes

sementes de milho com presença de fungos
sementes de milho com presença de fungos

Produtores de sementes devem se preocupar com a utilização de técnicas que propiciem a minimização dos fatores de deterioração. Nos dias atuais, existe um interesse muito maior na conservação da produção do que que na sua multiplicação em escala comercial.

Para atingir o objetivo de proteger a qualidade das sementes e necessário conhecer os fatores que interferem nessa tarefa.

 

  • Teores de umidade e temperatura

Alto teor de água nas sementes e no ambiente assim como elevadas temperaturas durante o período de armazenamento são fatores críticos no prejuízo da qualidade das sementes, já que umidade e temperatura elevadas aceleram as reações químicas enzimáticas que as degradam.

Isso ocorre pois há um incremento na taxa respiratória proporcional ao aumento da temperatura, que fica na dependência do teor de água das sementes. Com o teor de água superior a 14% (b.u.) a respiração aumenta rapidamente na maioria dos cereais ocasionando sua deterioração

Sementes armazenadas em ambiente sem controle de temperatura e umidade relativa, apresentam redução significativa da germinação e do vigor, em média, a partir de um período de quatro meses.

Segundo apontado em diversas pesquisas, lotes armazenados em câmara fria são estatisticamente superiores e mantêm seu potencial germinativo, quando comparados àqueles mantidos em condições de ambiente.

Enquanto o avanço no período de armazenamento reduz linearmente o percentual de germinação das sementes armazenadas em ambiente, as que são mantidas em condições controladas (câmara fria) não apresentam valores significativos de alteração na germinação.

 

  • Tempo de armazenamento

As reações enzimáticas de degradação ocorrem no decorrer do tempo. Embora possa ser possível retardá-las, em função do tempo a degradação das sementes vai ocorrer. O tempo de armazenamento em condições ambientais varia em torno de 3 meses. Já em condições adequadas, como veremos no decorrer do texto, esse tempo pode chegar entre 8 a 10 meses, nos métodos mais acessíveis e comum de armazenamento de sementes.

 

  • Presença de Fungos

Além do tempo e condições inadequadas de armazenamento, o prejuízo obtido pela utilização de sementes de algodão com baixa germinação e vigor é causado pela presença de inúmeros fungos associados às sementes, que às atacam tanto interna quanto externamente.

Os danos causados pelos microrganismos interferem de forma negativa no poder germinativo, na redução do rendimento e na qualidade dos grãos

Além de contaminar o lote de sementes existe um grande prejuízo ao empresário agrícola quando é realizada a semeadura de material contaminado ou infectado, já que está é uma forma altamente eficiente de introduzir e acumular inóculo de patógenos em áreas de cultivo.

Pesquisas descrevem mais de  19 gêneros de fungos que podem ocorrer em sementes de algodão. Nesta lista existem espécies prejudiciais tanto na fase de campo quanto de armazenamento. As espécies de maio destaque são importância econômica, espécies como Colletotrichum gossypii, C. gossypii var. Aspergillus sp.Penicillium sp, Fusarium oxysporum f. vasinfectum, Verticillium spp., Macrophomina phaseolina, Aspergillus sp. e Penicillium sp. Todas com importância econômica.

 

  • Associação de diferentes fatores

Mas o que ocorre de fato é uma interação concomitante de todos os fatores: temperatura, teor de água da semente e do ambiente.

imagem de armazém com sacos de sementes empilhadas

Diversas pesquisas relatam queda linear na germinação das sementes de soja durante o armazenamento de 180 dias, em condições ambientais. Afonso Júnior et al. (2000) verificaram redução significativa na viabilidade das sementes de soja a partir dos 10 dias de armazenamento para teores de água mais elevados (15 e 20% b.u.).

O potencial de germinação das sementes diminuiu com o aumento do teor de água das sementes, da temperatura e do período de armazenagem.

Mantendo-se baixo o teor de água e a temperatura do grão, o ataque de microrganismos e a respiração terão seus efeitos minimizados.

Metodologias de determinação da qualidade de sementes

Pureza física das sementes

sementes brotando em análise de laboratório
sementes brotando em análise de laboratório

A qualidade de sementes tem sido atribuída à sua pureza física, ao elevado potencial genético, à alta germinação e vigor, à ausência de danos mecânicos, à boa sanidade e à uniformidade de tamanho. Este último é um atributo importante no aspecto visual para a comercialização e essencial para regulagem de semeadoras

Procedimentos de análise

a) determinação de umidade – realizada pelo método da estufa a 105 ± 3ºC, com duas subamostras com 25 g de sementes cada, conforme Brasil (1992);

b) germinação (GER) – foi realizado de acordo com os critérios estabelecidos pelas Regras para Análises de Sementes (Brasil, 1992). Os resultados são expressos em porcentagem de plântulas normais;

c) envelhecimento acelerado (EA) – são utilizadas 100 sementes por tratamento, quais distribuídas sobre uma tela de alumínio, fixada em caixas plásticas tipo “gerbox”, contendo, no fundo, uma lâmina de 40 mL de água destilada. Utiliza-se isopor para cobrir a superfície livre da tela. Posteriormente, os “gerbox” são colocados em uma câmara B.O.D, onde permanecem por 48 horas à temperatura de 41ºC . Após esse período, as sementes envelhecidas são submetidas ao teste de germinação, sendo a avaliação feita no quinto dia. Os resultados são expressos em porcentagem de plântulas normais;

d) tetrazólio (TTZ) – Utilizando-se 4 repetições de 50 sementes para cada tratamento, com duas sub-amostras de 25 sementes por repetição. É feito um pré-condicionamento das sementes em papel toalha umedecido, à temperatura de 25oC por 16 horas. Após esta etapa, as sementes foram transferidas para recipientes contendo solução de tetrazólio a 0,075%, e mantidos em estufa a 40oC por um período de 180 minutos. Logo após, as sementes sãolavadas em água corrente e mantidas submersas em água, em refrigerador, até o momento da avaliação. A avaliação é realizada seccionando-se longitudinalmente cada semente, sendo a classificação realizada segundo os critérios descritos por França Neto et al. (1999). Os resultados são expressos em porcentagem média de sementes vigorosas, representado pelas sementes das classes 1 a 3 (PVTZ 1-3), e viáveis classes 1 a 5 (PGTZ 1-5);

manipulação de semente no laboratório da Solum

e) emergência das plântulas no campo (EC). Para a determinação da percentagem de plântulas emergidas, são computadas as plântulas que atingiram o estádio VC, ou seja, apresentavam os cotilédones acima da superfície do solo e as folhas unifolioladas com as margens não mais se tocando, de acordo com a caracterização realizada por Fehr e Caviness (1979);

f) índice de velocidade de emergência no campo (IVE) – essa determinação pode ser realizada juntamente com o teste de emergência no campo. A partir do primeiro dia em que se observa a primeira plântula emergida (considera-se plântula emergida aquela que se encontrava com os cotilédones inteiramente acima da superfície do solo), são realizadas contagens diárias das plântulas emergidas, até o momento em que as contagens tornam-se constantes. O índice de velocidade de emergência (IVE) é calculado utilizando-se a fórmula proposta por Maguire (1962).

g) germinação a baixa temperatura

h) emergência das plântulas em leito de área

plântulas crescendo em amostra

i) condutividade elétrica, teor de lipídios e atividade de lipoxigenase, fosfatase ácida e inibidor de tripsina.

Os testes de envelhecimento acelerado e de germinação a baixa temperatura, realizados antes do armazenamento, podem ser utilizados para estimar a viabilidade das sementes, respectivamente, após oito e dez meses de armazenamento em ambiente no armazenamento,

O teste de condutividade elétrica e os de determinações das atividades de enzimas associadas à degradação e oxidação de substâncias de reserva, realizadas com o objetivo de possibilitar detectar os estádios iniciais do processo de deterioração, não se mostraram eficientes para estimar o potencial de armazenamento das sementes de algodão.

Já o efeito deteriorativo provocado pela exposição das sementes a condições de estresse, como acontece nos testes de envelhecimento e de germinação à baixa temperatura, permitiu detectar diferenças na qualidade fisiológica das sementes armazenadas e inferir sobre o seu potencial de armazenamento.

laboratorista regando amostras de sementes em tubos de ensaio, para análises

Na Solum realizamos uma seleção criteriosa de nossos testes. Nossa equipe de especialistas analisa profundamente as metodologias disponíveis na literatura cientifica e adota as que proporcionam os resultados mais significativos ao sistema produtivo.

Técnicas para conservar a qualidade agronômica das sementes

Condições de armazenamento

depósito com ventiladores para melhor armazenamento das sementes
depósito com ventiladores para melhor armazenamento das sementes

As condições de armazenamento são determinantes para garantia da qualidade fisiológica das sementes e, embora a sua qualidade não possa ser melhorada, boas condições durante este período contribuirão para mantê-las viáveis por um tempo mais longo, retardando o processo de deterioração.

 

  • Redução da umidade do ambiente e das sementes

A longevidade das sementes é conservada com a redução do teor de umidade e da temperatura ambiente de armazenamento.

Recomenda-se secar as sementes até teores de umidade entre 4 e 6%, acondiciona-las em embalagem impermeável, e armazená-las em ambiente com temperatura em torno de – 18 ºC ou mesmo inferior. Nestas condições as sementes ortodoxas podem ser mantidas por um longo período de armazenagem.

Quanto mais secas melhor se mantém a germinação ao longo do armazenamento.

Pesquisas mostram que teor de água inicial de 12% (b.u.) causa uma pequena redução da germinação a partir dos 60 dias permanecendo praticamente constante ao final do armazenamento com valor de 99,6%. Para o teor de água inicial de 13% (b.u.) ocorre redução no decorrer do armazenamento chegando aos 180 dias com 94,16% de germinação; já para o teor de água inicial de 14% (b.u.) é observada uma redução maior da chegando ao valor de 77,3% de germinação no final dos 180 dias de armazenamento.

 

  • Redução da temperatura do ambiente de armazenamento

A redução da temperatura é uma técnica economicamente viável para preservar a qualidade de sementes armazenadas.

O ambiente de armazenamento não controlado ocasiona maior redução do potencial fisiológico nas sementes de soja, em comparação com a câmara seca (50% UR e 20 ºC) e câmara fria (90% UR e 10 ºC), por exemplo.

Em geral, as sementes de soja, quando armazenadas em temperatura ambiente e em armazéns convencionais, degradam suas qualidades fisiológicas dando margem a perdas consideráveis no setor sementeiro

 

  • Tratamentos com fungicidas

O tratamento de sementes com fungicidas e inseticidas tem sido adotado rotineiramente pelos produtores de sementes, uma vez que, as sementes tratadas apresentam melhor conservação. Além do controle exercido sobre os microrganismos transmitidos pelas sementes, os produtos químicos têm, com bastante freqüência, ação residual que protege as sementes e as plântulas contra a invasão de microrganismos do solo e do armazenamento, principalmente quando as condições externas não são favoráveis à germinação, ao crescimento e à conservação.

Produto químico para tratamento de fungos nas sementes

Com relação ao armazenamento de sementes tratadas, a aplicação dos fungicidas carboxin+thiram, 180 dias antes da semeadura, não provocaram alteração da qualidade fisiológica.

Sementes de soja tratadas com fungicidas (thiram e tiofanato metílico+thiram) antes do armazenamento também são beneficiadas quanto ao vigor.

A eficiência do tratamento químico de sementes de algodão depende da combinação de produtos utilizados; não se deve tratar com fungicida sementes de algodão com baixo nível de vigor; a ocorrência dos fungos Aspergillus sp. e Penicillium sp. aumentou com o período de armazenamento nas sementes sem tratamento e que a manutenção da qualidade de sementes de algodão para comercialização depende da sua qualidade inicial e do período de armazenamento.

O teor de água das sementes, oscilando entre 8,34 e 9,68%, não foi influenciado pela aplicação dos fungicidas e polímero, em razão do pequeno volume dos produtos utilizados e ao restabelecimento do equilíbrio higroscópico das sementes com a umidade relativa do ar.

Por meio do teste de germinação, verificou-se que, em geral, os tratamentos com thiabendazole+thiram ou carbendazin+thiram tiveram porcentagem de germinação significativamente superior às sementes não tratadas, devido à inibição do crescimento e desenvolvimento dos principais patógenos associados a essas sementes.

A porcentagem de emergência para as sementes tratadas varia, tendo sido registrados em pesquisa acréscimo de de 44,3%, em relação às sementes não tratadas, confirmando a importância do tratamento fungicida. Mesmo quando as condições de germinação e emergência são ideais, pode haver a ocorrência de patógenos associados às sementes. Outros tratamentos estudados são com os fungicidas thiram, benomil, thiabendazole e com as misturas carboxim+thiram, carbendazim+thiram, iprodione+thiram, thiram+captan, carbendazin+thiram e thiabendazole + thiram.

As pesquisas demonstram ainda, que o índice de velocidade de emergência das sementes tratadas com carbendazin+thiram  ou thiabendazole+thiram são significativamente maior o das sementes não tratadas, do mesmo modo como observado para os testes de germinação e emergência.

 

  • Técnica do Condicionamento Osmótico ou “Priming”

As sementes de soja são muito sensíveis em relação a manutenção da sua qualidade fisiológica, revelando alta susceptibilidade às condições ambientais durante e após a semeadura. A utilização de uma técnica que melhore o vigor e o desempenho das sementes no campo, permitindo a obtenção de um estabelecimento rápido e uniforme das plantas, se faz uma ferramenta bastante interessante na solução deste problema.

O condicionamento osmótico, também conhecido como “priming”, tem mostrado resultados bastante promissores como uma solução viável.

As sementes osmocondicionadas podem ser secas ao seu conteúdo de umidade mínimo e armazenadas por períodos de tempo variáveis e exibindo normalmente, uma germinação mais rápida e uniforme, quando tornam a serem reidratadas, particularmente sob condições ambientais adversas.

O mecanismo de secagem das sementes, após o condicionamento osmótico é conhecido como “dry back” tem o objetivo de reduzir o grau de umidade das sementes a níveis adequados, de acordo com o tipo de armazenamento, mantendo os efeitos benéficos do tratamento, sem que ocorram perdas de qualidade provocadas pela rápida deterioração das sementes.

O processo “dry back” pode manter por mais tempo o vigor e a viabilidade das sementes de algumas espécies, reduzindo os efeitos da oxidação das reservas nutricionais de lipídeos.

Somado a isso, a germinação sincronizada das raízes, proporciona maiores rendimentos na produção de grãos, devido ao desenvolvimento uniforme.

 

  • Técnicas criogênicas- Bancos de Germoplasma

Em alguns casos, deseja-se conservar sementes com determinado material genético com alto valor agregado. Esse material genético passa a ser determinado germoplasma e, para sua conservação no longo prazo, a utilização de técnicas criogênicas, como a conservação no nitrogênio liquido é uma das alternativas mais promissoras.

Técnicas criogênicas- Bancos de Germoplasma

Em teoria, na temperatura do nitrogênio líquido todas as formas de metabolismo seriam praticamente paralisadas, ocasionando o equilíbrio dos fatores agressivos e defensivos, aumentando assim a longevidade no armazenamento por longos períodos.

A importância de realizar análise da qualidade das sementes em um laboratório especializado, para garantir a rentabilidade de grandes áreas produtivas

Análise das sementes

análise da qualidade das sementes em um laboratório especializado
análise da qualidade das sementes em um laboratório especializado

Como vimos na matéria, após a colheita das sementes, nas áreas destinadas especialmente para essa finalidade, a degradação do material é um processo continuo e inexorável. O máximo que pode ser feito é a redução da velocidade deste processo.

Além disso, vimos que fora a degradação natural, fatores como elevadas temperaturas, condições de umidade elevada e presença de patógenos aceleram ainda mais este processo, sendo que não é possível determinar a olho nu o grau de conservação das sementes.

Além de representar a maior fatia dos investimentos na safra, a operação de semeadura de grandes culturas é realizada com o máximo de antecipação possível pois as horas de incidência solar são o principal insumo que faz a produtividade aumentar.

Considerando estes pontos, realizar a semeadura de um material desconhecido é um erro grave, com grandes chances de comprometer um grande investimento em produção.

Conte com os especialistas da Solum e com as técnicas de análise da qualidade da sua semente, para que a sua safra comece sempre com o pé direito!

Na Solum somos especialistas em análises agronômicas

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