Os recordes consecutivos da soja brasileira nos renderam a tomada da liderança mundial na produção desta leguminosa no ano de 2020, de acordo com levantamento do departamento de agricultura dos EUA (USDA). Passamos à frente dos EUA, que tradicionalmente foi o maior produtor desta leguminosa nos últimos anos. As projeções para a safra 2021 são de que essa distância aumente ainda mais.

A soja é o símbolo da agricultura brasileira. Ela reflete nosso potencial em desenvolver tecnologias e técnicas de cultivo avançados e próprios para as diversas condições edafoclimáticas do Brasil.

Os recordes consecutivos da produção nacional nos últimos anos, mostram que a sojicultura é uma atividade econômica altamente segura e atrativa, garantindo elevadas margens de lucro aos empresários agrícolas que realizam este cultivo.

De fato, o cenário gerado pelas demandas nacionais e internacionais, que não vão parar de aumentar nas próximas décadas, em conjunto com o preço recebido pelo produto, tem conquistado novos investidores. E no caso da agricultura, quanto mais investidores, mais forte e segura a atividade se torna a nível nacional.

De modo surpreendente, para o ano de 2021, as estimativas são de que os lucros do produtor tripliquem em relação à safra anterior, segundo as estimativas de diversas agências financeiras do agro.

Pois é, nem estiagens que castigaram todo território nacional desde o final de setembro até o início de novembro foram o suficiente para abalar as estruturas altamente solidificadas desta cultura, mesmo com os atrasos na semeadura e perdas de operações de semeadura devido à falta das típicas chuvas.

A altíssima resiliência do cultivo da soja está baseada justamente na especialização de toda a cadeia do agronegócio, desde desenvolvimento de insumos, materiais genéticos e serviços de apoio ao produtor até as agtechs/fintechs, empresas que utilizam robustas tecnologias de processamento de dados para criarem novas soluções seguras e arrojadas de comercialização do produto ou insumos e acesso dos produtores ao crédito para viabilizar o cultivo.

Soja, fonte da vida

Cobalto e molibdênio

Não passamos mais de poucas horas sem ingerir proteínas oriundas da soja.

A importância da soja para a humanidade se dá devido ao seu riquíssimo valor nutritivo, que gira em torno da qualidade da sua proteína, equivalente a proteína da carne, leite e ovos.

Esta matéria prima ativa tanto a cadeia de produção de carnes (bovinos, aves, psicultura e etc) na forma de ração, quanto os complexos industriais de alimentação para humanos. No geral, é difícil que pessoas fiquem mais de 3 horas sem ingerir proteínas oriundas da soja pois seus derivados são a base da nossa alimentação.

Os materiais proteicos têm como característica uma alta quantidade de nitrogênio em relação à quantidade de carbono. No caso da soja, para produzir 1 tonelada do grão são necessários cerca de 80,4 kg de nitrogênio e de modo impressionante, este nutriente não precisa ser aplicado em nenhuma operação agrícola. Porém, como vamos discutir logo a baixo, sem o cobalto e o molibdênio a planta não terá acesso ao nitrogênio, nutriente essencial para a vida e o progresso da humanidade.

Cobalto e Molibdênio Limitando o Acesso da Soja ao Nitrogênio

Cobalto e molibdênio

A Solum faz parte da cadeia de especialistas do agro, e nos destacamos com um grande laboratório conduzido por técnicos de ponta. Somos cadastrados no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Como resultado de muito esforço e especialização, conquistamos o Certificado de Qualidade do Programa de Proficiência da Esalq para Tecido Vegetal.

Estamos ao lado do empresário agrícola e dos profissionais do campo na liderança mundial do cultivo da soja, oferecendo serviços tecnológicos desenvolvidos para atender as demandas das avançadas biotecnologias que permitem o máximo de lucratividade e novos recordes de produção a cada ano.

Para o cultivo da soja, desenvolvemos uma gama de análises para processos chaves do desenvolvimento das plantas de soja, entre eles um olhar especializado e cuidadoso para o processo de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), a principal fonte deste nutriente para as leguminosas.  Sem esse processo natural os custos de produção inviabilizariam o cultivo da soja devido ao elevado custo da adubação nitrogenada e a altíssima demanda deste nutriente por estas plantas na formação dos grãos.

A FBN recebe esse nome devido ao resultado da atividade de bactérias de solo específicas que fazem uma parceria com as raízes das plantas de soja. Pertencente ao grupo das bactérias diazitróficas, especialmente o Gênero Rhizobium, produzem enzimas chamadas de nitrogenases, que tem a capacidade de capturar átomos de nitrogênio da atmosfera e fornece-los para as plantas de soja na forma assimilável pelas plantas.  A capacidade de captura deste nitrogênio é elevadíssima, rendendo quantidades equivalentes a cerca de 500 kg/ há de uréia.

Porém este processo é totalmente dependente e limitado pela presença dos micronutrientes Cobalto (Co) e Molibdênio (Mo). Esses elementos fazem parte da composição das enzimas nitrogenase, produzidas pelas bactérias fixadoras.

Como o Cobalto e o Molibdênio Ajudam as Bactérias a Fixarem o Nitrogênio da Atmosfera

Cobalto e molibdênio

O Mo faz parte da composição de pelo menos cinco enzimas que desempenham papeis importantes para a produção da soja: nitrogenase, redutase do nitrato, oxidase de xantina, oxidase de aldeído e axidase do sulfato. As enzimas são proteínas que tem o papel de ativar as reações metabólicas necessárias para o desenvolvimento das plantas e, consequentemente, formar o produto final, o grão.

O Co é especialmente importante para as leguminosas devido os processos relacionados às bactérias. Os nódulos formados nas raízes, quando bem ativos e saudáveis, apresentam uma coloração avermelhada. Esta coloração é devido a uma substância chamada de leg-hemoglobina e tem como função evitar a oxidação dos nódulos, garantindo sua longevidade e alta taxa de atividade de fixação de nitrogênio. A síntese da leg-hemoglobina e dependente da participação da vitamina B12, que em sua estrutura apresenta o Co na sua composição.

Método de determinação de Co e Mo da Solum

Cobalto e molibdênio

Co e Mo são micronutrientes e como consequência, eles devem estar em baixas concentrações nos solos e nas plantas pois, de acordo com a própria definição de micronutrientes, eles são demandados em baixíssimas concentrações, porém caso estejam indisponíveis, geram limitações impactantes tanto na quantidade produzida, quanto na qualidade nutricional dos grãos de soja.

Com o objetivo de ajudar o empresário agrícola a aumentar sua lucratividade, a Solum disponibiliza o método mais eficiente para a determinação precisa destes micronutrientes: a analise foliar.

Apesar da maior concentração de Co e Mo nos nódulos formados pelas bactérias nas raízes das plantas, a análise foliar apresenta resultados claros e com grande precisão, principalmente em comparação com a análise de solo, devido à complexidade da extração de micronutrientes retidos nas frações coloidais dos solos que tendem a formar quelatos fazer parte de ácidos orgânicos.

A partir da determinação dos tecidos vegetais (folhas e pecíolos) é possível correlacionar os valores obtidos e determinar as quantidades equivalente nos nódulos, sabendo assim qual deve ser a concentração ideal nas folhas.

Análise de micronutrientes essenciais para a FBN da soja é com a Solum

Laboratório registrado no MAPA e Certificado de Qualidade do Programa de Proficiência da Esalq

A determinação das quantidades cobalto e molibdênio são altamente estratégica para a gestão de lavouras de soja.

Aqui na Solum realizamos analises foliares e de solo para determinação precisa dos nutrientes fundamentais para o processo de Fixação Biológica de Nutrientes na cultura da soja.

Na Solum, as análises são realizadas em nosso laboratório de ponta elaborado para atender as demandas da agricultura de precisão.

Além disso, o laboratório é cadastrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e operado por técnicos altamente capacitados utilizando os procedimentos mais precisos de determinações nutricionais.

Como resultado de muito esforço e especialização, conquistamos o Certificado de Qualidade do Programa de Proficiência da Esalq para Tecido Vegetal.

A Esalq é uma instituição cientifica e de ensino consagrada, sendo referência na agricultura brasileira e mundial. Estamos entre os quatro melhores laboratórios do Brasil!

Conte com nossa especialização para obter as informações mais importantes para a estratégia da sua empresa agrícola.

Como devo aplicar cobalto e molibdênio nas áreas de alto rendimento na produção de soja?

Cobalto e molibdênio

Ao buscar esta informação, o empresário agrícola vai se deparar com diversas informações que se desencontram ou mesmo que entram em conflito entre si. Apesar de serem os nutrientes chave das altas lucratividades no cultivo da soja, as práticas de gerenciamento da quantidade e das formas aplicação destes micronutrientes na maioria das vezes se afastam das recomendações técnicas das instituições referência do agro.

Na próxima matéria traremos as melhores práticas do manejo destes micronutrientes no campo, vamos analisar as diferenças entre as boas práticas de manejo considerando os diferentes métodos de aplicação, as fases ideais do desenvolvimento para as aplicações, as alternativas de fontes destes nutrientes entre outros aspectos práticos, mostrando resultados de pesquisas de ponta realizadas pelas instituições brasileiras de ciência na agricultura, que são referência mundial de qualidade.

Fique ligado!

Na Solum somos especialistas em análises agronômicas

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